
Em um clima bastante agradável, com direito a mestre de cerimônia, brindes, comissão avaliadora e premiações, o Projeto Vitrine II Semestre 2007 (veja as fotos) apresentou ao todo nove trabalhos. Alguns bem sérios e metódicos, como devem ser, e outros, não menos sérios, mas bastante descontraídos, de acordo com sua proposta.

O Projeto Vitrine já é tradição no curso de Relações Públicas e a cada edição os professores estão mais criteriosos no que diz respeito à indicação. Trata-se de um estímulo para que os alunos produzam cada vez mais e melhor, conta a coordenadora do curso, profa. Valéria Raimundo. E os alunos indicados afirmam com unanimidade, quem leva o prêmio uma vez quer repetir a dose. E o resultado deste evento são alunos melhores preparados para enfrentar o mercado, a exemplo disto podemos citar a equipe orientada pelo Prof. Marco Eliel, que levou o primeiro lugar nacional no Prêmio Intercom deste ano, além de uma indicação para o prêmio MERCOSUL, completa a coordenadora.

Dedicação, disciplina e qualidade da orientação do corpo docente é o segredo. Conta o aluno Gustavo Lacerda, representante da equipe que está cursando o sexto período e já levou onze prêmios desde que o Vitrine foi inaugurado. A equipe é a mesma desde o primeiro período, o que facilita melhor entrosamento, levando a um padrão de apresentação e condução do trabalho que, via de regra, tem conduzido a equipe faturar prêmios todo semestre. O aluno Gustavo Lacerda entusiasmado com mais uma edição do Projeto manda seu recado e diz que pretende continuar sendo indicado e quem sabe, no final do curso, levar um prêmio por serem a equipe mais recebeu troféus. Decidimos desde a primeira indicação que só íamos realizar trabalhos nível Projeto Vitrine, conclui o aluno.

Quanto aos critérios de avaliação, segundo o prof. Paulo Agostinho, eles variariam de acordo com a disciplina e o trabalho proposto, no caso do Programa de Rádio Gambiarra, realizado por seus alunos do quinto período, na disciplina técnicas de oratória, os critérios passam pelos quesitos voz, ênfase, pausa, velocidade, ritmo e interpretação. A qualidade do trabalho rendeu ao aluno Wladeson Dias o convite para ser mestre de cerimônia do evento. “Este trabalho mostrou evolução criativa, atendeu os quesitos e por isso mereceu ser premiado!” Diz o professor que orientou o trabalho.

O Projeto Vitrine também tem visibilidade fora do curso. “Quem dera meu curso tivesse um projeto como este”. É o que Lucas Rotterdan diz ouvir de alunos de outros cursos. Representante da equipe que apresentou o trabalho Tons de Minas, um resgate da história do Clube da Esquina, Lucas considera o espaço Projeto Vitrine uma referência para que os alunos observem os desafios que os esperam para os próximos períodos. E chama a atenção, embora o projeto já tenha se tornado uma tradição, infelizmente alguns alunos e professores do próprio curso ainda não acordaram para a grande contribuição deste prêmio no que tange ao amadurecimento do corpo discente.

E a aluna Priscilla Carvalho dá a dica: o ideal é que todos se empenhem, afinal são quatro anos de curso. Que tal pelo menos um prêmio ao longo deste período? A turma representada pela Priscilla foi a que mais teve trabalhos indicados: Drag Queens, Praticantes da Dança do Ventre e Umbandistas, todos orientados pela profa. Mônica Barros, na disciplina de Antropologia Cultural. Agora nós queremos ser colecionadores de Prêmio Projeto Vitrime, finaliza Priscilla, visivelmente, entusiasmada.

Balanço final: De acordo com a profa. Andréa Carvalhaes, que coordena o Projeto, juntamente com a profa. Sheila Lima, apesar dos imprevistos, o resultado final foi de satisfação tanto por parte dos organizadores, quanto por parte dos alunos, o que considera mais importante. O projeto chega a sua XI edição, buscando a cada ano implementar novas ações, sempre em busca da excelência. A novidade este ano, foi eleger o melhor grupo entre todos os grupos premiados. E para a próxima edição outras novidades virão, sobretudo, após a reunião de avaliação que a equipe certamente fará. É como diz Zilda Arns, Não basta ter os meios e a vontade. É preciso produzir resultados e medi-los”.

